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Anvisa registra Fluprevli: efeitos regulatórios e impactos práticos

Anvisa homologou a vacina trivalente Fluprevli para a partir de 6 meses; análise examina base técnica, consequências regulatórias e desafios de incorporação.

JOTA1 min de leitura
Anvisa registra Fluprevli: efeitos regulatórios e impactos práticos
Foto: Marisa Cornelsen / Unsplash

O que foi decidido: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu registro à vacina trivalente inativada e fragmentada Fluprevli, por meio da Resolução nº 2.743/2026, autorizando sua comercialização no país para pessoas a partir dos 6 meses de idade. A decisão apoia-se em estudos clínicos que demonstraram elevadas taxas de soroproteção e soroconversão e eficácia de até 73% em adultos e 65% em crianças, segundo a agência. O efeito prático imediato é permitir que o produto ingresse no mercado brasileiro e circule por canais regulares de distribuição sujeitos à vigilância sanitária, ainda que sua adoção em programas públicos dependa de decisões de políticas de saúde.

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