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Ex-deputada Grazielle Machado falece aos 45 anos em Campo Grande

Deputada estadual de Mato Grosso do Sul morre no Hospital da Cassems após internação de dois dias.

Folha — Cotidiano2 min de leitura
Ex-deputada Grazielle Machado falece aos 45 anos em Campo Grande
Foto: Magic Fan / Unsplash

Grazielle Salgado Machado, ex-deputada estadual de Mato Grosso do Sul, faleceu na madrugada de quarta-feira, aos 45 anos, no Hospital da Cassems, em Campo Grande, após dois dias internada. A causa do óbito não foi divulgada pela instituição hospitalar.

Contexto

A ex-deputada atuou na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul durante mandato estadual, participando do processo legislativo e da vida política sul-mato-grossense. Seu falecimento representa perda significativa para os círculos políticos e comunitários do estado, onde exercera representação legislativa.

O que ocorreu

O óbito foi registrado nas primeiras horas da quarta-feira, 24 de junho, nas dependências do Hospital da Cassems, importante instituição de saúde em Campo Grande. A internação havia se iniciado dois dias antes do falecimento, mas os detalhes médicos precisos relacionados à internação e às circunstâncias do óbito não foram comunicados publicamente.

Base normativa relevante

  • Lei nº 6.015/1973 (Lei de Registros Públicos) — Estabelece procedimentos para registro de óbitos em cartório competente, requisito fundamental para formalização do falecimento.
  • Resolução CFM nº 1.931/2009 (Código de Ética Médica) — Dispõe sobre sigilo profissional e diretrizes para comunicação de causas de morte, respeitando privacidade e confidencialidade médica.
  • Lei nº 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor) — Aplicável às relações entre paciente e instituição hospitalar, estabelecendo direitos e responsabilidades.

Impacto prático

O falecimento de uma parlamentar estadual gera implicações administrativas e legislativas:

  • Possível necessidade de recomposição de comissões parlamentares em que participava.
  • Efeitos em projetos de lei em andamento sob sua participação ou patrocínio.
  • Questões sucessórias relacionadas ao patrimônio pessoal da ex-deputada, que podem envolver procedimentos perante o Poder Judiciário conforme a situação familiar.
  • Impacto no histórico legislativo e memória institucional da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

Observações relevantes

A ausência de divulgação da causa do óbito, ainda que legalmente aceitável sob a perspectiva de sigilo profissional médico e direitos da família, não prejudica a validade formal do registro de falecimento. Os procedimentos cartorários de formalização prosseguem independentemente da revelação pública da etiologia do óbito. Familiares e representantes legais da ex-deputada têm plena discricionariedade sobre a comunicação ou não de informações médicas, conforme direitos de privacidade e confidencialidade garantidos pela legislação brasileira.

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