Dicionário de IA para advogados: os termos essenciais explicados
IA generativa, LLM, prompt, alucinação, RAG, token, fine-tuning, agente. Um glossário direto dos termos de inteligência artificial que todo advogado precisa entender para usar a tecnologia com segurança.
Entender inteligência artificial virou parte do vocabulário profissional do advogado. Ferramentas como ChatGPT, Claude e assistentes jurídicos especializados entraram no dia a dia do escritório, e com elas veio uma enxurrada de termos técnicos — LLM, prompt, alucinação, RAG, token — que muita gente usa sem saber exatamente o que significam. Este dicionário de IA para advogados reúne os conceitos essenciais, cada um com uma definição curta e uma explicação de por que ele importa para quem trabalha com Direito. Não é para virar programador: é para saber o que a máquina faz, onde ela erra e como conversar com quem vende a ferramenta.
Continue lendo gratuitamente
Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.
Mais em Carreira e OAB
Ver todosAdvogado iniciante: como captar os primeiros clientes sem violar o Código de Ética da OAB
O advogado pode — e deve — divulgar seu trabalho; o que a ética profissional veda é a captação de clientela e a mercantilização da profissão. A linha entre publicidade informativa permitida e angariação proibida é o que todo iniciante precisa dominar antes de montar sua presença no mercado.
Honorários não pagos: como cobrar e executar o cliente inadimplente
O contrato de honorários assinado pelo cliente é título executivo — o advogado não precisa "provar" o crédito num processo de conhecimento antes de executá-lo. E quando não há contrato escrito, ainda cabe a ação de arbitramento. Honorários têm natureza alimentar, o que reforça sua proteção na cobrança.
Inteligência artificial na advocacia: até onde ir sem violar sigilo e responsabilidade
A IA já entrou no escritório — e com ela vêm dois riscos concretos: quebrar o sigilo profissional ao alimentar ferramentas de terceiros e assinar peças com jurisprudência inventada. A OAB editou uma recomendação, mas os limites de verdade estão em normas que já existiam.