Simples Nacional na reforma: quando o regime deixa de compensar (e a decisão é em setembro)
No novo sistema, quem está no Simples gera menos crédito para o cliente empresa. Para carteira B2B, isso pode custar mais do que o regime economiza — e a janela de opção fecha em setembro.
O Simples Nacional sobreviveu à reforma tributária — mas, para uma parte das empresas, sobreviver não é o mesmo que continuar valendo a pena. A partir de 2027, o regime que sempre foi sinônimo de menos imposto e menos burocracia passa a carregar um efeito colateral silencioso: quem está no Simples gera menos crédito para o cliente. Para negócios que vendem a outras empresas, essa conta pode inverter a lógica de sempre. E a decisão precisa ser tomada numa janela curta, em setembro. Quem assessora pequenas empresas precisa entender isso agora.
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