Sociedade de advogados x advogado autônomo: tributação e quando vale a pena
A diferença de carga tributária entre atuar como pessoa física e constituir uma sociedade de advogados chega a dobrar a conta. Entenda os regimes, a responsabilidade e o ponto de virada.
Toda sociedade de advogados nasce de uma pergunta de bolso: vale a pena sair do CPF e abrir um CNPJ? A resposta quase sempre passa pela tributação — a carga sobre o advogado autônomo pode chegar a mais do que o dobro da que incide sobre uma sociedade optante pelo Simples Nacional. Mas o cálculo não é só fiscal: envolve responsabilidade profissional, custo de manutenção e volume de faturamento. Este guia compara os dois modelos e indica o ponto em que constituir sociedade passa a compensar.
Continue lendo gratuitamente
Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.
Mais em Carreira e OAB
Ver todosContrato de honorários advocatícios: cláusulas essenciais e como cobrar
O contrato escrito de honorários é título executivo. Saber redigi-lo e saber executá-lo é o que separa o advogado que recebe do que fica no prejuízo.
Honorários advocatícios: a natureza alimentar é a arma que o advogado esquece de usar
Sucumbenciais e contratuais têm natureza alimentar, equiparada ao crédito trabalhista. Esse enquadramento não é detalhe teórico — é o que garante preferência, blinda a verba e muda a execução do honorário.
Prerrogativas do advogado: por que violá-las não é ofensa à pessoa, é nulidade do processo
A prerrogativa não é privilégio pessoal do advogado — é garantia do cliente e da ampla defesa. Quem entende isso para de reagir à violação com indignação e passa a reagir com nulidade.