Sociedade de advogados x advogado autônomo: tributação e quando vale a pena
A diferença de carga tributária entre atuar como pessoa física e constituir uma sociedade de advogados chega a dobrar a conta. Entenda os regimes, a responsabilidade e o ponto de virada.
Toda sociedade de advogados nasce de uma pergunta de bolso: vale a pena sair do CPF e abrir um CNPJ? A resposta quase sempre passa pela tributação — a carga sobre o advogado autônomo pode chegar a mais do que o dobro da que incide sobre uma sociedade optante pelo Simples Nacional. Mas o cálculo não é só fiscal: envolve responsabilidade profissional, custo de manutenção e volume de faturamento. Este guia compara os dois modelos e indica o ponto em que constituir sociedade passa a compensar.
Continue lendo gratuitamente
Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.
Mais em Carreira e OAB
Ver todosAdvogado iniciante: como captar os primeiros clientes sem violar o Código de Ética da OAB
O advogado pode — e deve — divulgar seu trabalho; o que a ética profissional veda é a captação de clientela e a mercantilização da profissão. A linha entre publicidade informativa permitida e angariação proibida é o que todo iniciante precisa dominar antes de montar sua presença no mercado.
Honorários não pagos: como cobrar e executar o cliente inadimplente
O contrato de honorários assinado pelo cliente é título executivo — o advogado não precisa "provar" o crédito num processo de conhecimento antes de executá-lo. E quando não há contrato escrito, ainda cabe a ação de arbitramento. Honorários têm natureza alimentar, o que reforça sua proteção na cobrança.
Inteligência artificial na advocacia: até onde ir sem violar sigilo e responsabilidade
A IA já entrou no escritório — e com ela vêm dois riscos concretos: quebrar o sigilo profissional ao alimentar ferramentas de terceiros e assinar peças com jurisprudência inventada. A OAB editou uma recomendação, mas os limites de verdade estão em normas que já existiam.