Como o ICMS e o ISS morrem aos poucos: o cronograma da transição que sua empresa precisa marcar
O ICMS e o ISS não acabam de uma vez — encolhem 10%, 20%, 30%, 40% entre 2029 e 2032 e só somem em 2033. Por anos, a empresa apura dois sistemas ao mesmo tempo. Errar o calendário custa caro.
Existe uma ilusão perigosa sobre a reforma tributária: a de que num belo dia o ICMS e o ISS simplesmente desaparecem e o IBS entra no lugar. Não é assim. Os impostos antigos morrem aos poucos, encolhendo ano a ano, enquanto o novo cresce em paralelo — e, por um longo período, a empresa vai apurar os dois sistemas ao mesmo tempo. Quem trata a transição como um evento, e não como um processo de anos, vai errar caixa, crédito e compliance. Entender o cronograma da transição é o mínimo para atravessar esse período sem prejuízo.
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