Falece Clodoaldo Pelizzoni, secretário de Planejamento de São Paulo
Clodoaldo Pelizzoni, 56, secretário municipal de Planejamento e Eficiência de São Paulo, faleceu durante prática de basquete.

O secretário municipal de Planejamento e Eficiência da Prefeitura de São Paulo faleceu na noite de terça-feira, 9 de junho de 2026, aos 56 anos, durante prática de basquete com amigos na zona oeste da capital paulista, especificamente no bairro de Pinheiros.
Contexto
Clodoaldo Pelizzoni ocupava posição relevante na administração municipal paulista como titular da pasta de Planejamento e Eficiência. A Secretaria Municipal de Planejamento é responsável por questões estruturantes da governança municipal, incluindo planejamento estratégico, políticas de eficiência administrativa e coordenação de projetos do governo da capital.
O falecimento de agentes públicos em cargo de direção gera implicações imediatas quanto à sucessão, continuidade das atribuições, competências administrativas e eventual impacto em procedimentos em curso sob responsabilidade daquela pasta. No âmbito da administração pública municipal, a morte de servidor em exercício enseja providências formais previstas na legislação pertinente.
O que ocorreu
O secretário faleceu enquanto participava de atividade recreativa (basquete amador com amigos) em área residencial. O óbito aconteceu em ambiente privado, sem indicação de circunstâncias que configurassem incidente administrativo ou questão de segurança pública relacionada ao cargo que ocupava.
Implicações administrativas
O falecimento de secretário municipal em exercício desencadeia automaticamente processos de sucessão previstos na legislação municipal. O art. 39 da Constituição Federal reconhece o regime estatutário dos servidores públicos, que submete questões de vínculo, exercício de funções e vacância de cargos à regulamentação específica de cada ente federativo.
No caso de município de São Paulo, a legislação de pessoal (Lei Orgânica do Município, estatuto dos servidores públicos e atos de nomeação) define o procedimento para provimento de cargo comissionado vago, bem como a designação de substituto imediato durante transição. Cargos de secretário municipal via de regra integram o rol de funções de confiança (comissionadas), permitindo nomeação discricionária pelo chefe do executivo.
Procedimentos esperados
O Prefeito de São Paulo deverá formalizar o reconhecimento do óbito e, em sequência, proceder à nomeação de novo titular para a Secretaria Municipal de Planejamento e Eficiência ou designar servidor em substituição interina. A pasta deve garantir continuidade de atividades em curso, particularmente aquelas com prazos vencidos ou processos em andamento que dependam de sua assinatura.
Quanto aos aspectos previdenciários, a morte de servidor público abre direito a benefícios para dependentes conforme regime de previdência a que se vinculava — se servidor municipal contribuinte do Regime Próprio (RPPS municipal) ou, em situações específicas, do INSS. Familiares poderão requerer pensão conforme legislação previdenciária aplicável.
O que observar
Advogados que atuem em contencioso administrativo ou questões envolvendo atos da Secretaria de Planejamento deverão verificar eventual impacto em prazos decisórios ou assinaturas pendentes. Processos licitatórios ou projetos estruturantes sob coordenação daquela pasta podem sofrer atrasos ou reposicionamento de prioridades durante período de transição.
A morte de agente público também pode gerar consultas sobre responsabilidade civil e seguro de vida de servidores, bem como questões sucessórias patrimoniais. Nenhum aspecto jurídico extraordinário emerge do falecimento em si, sendo operação administrativa padrão.
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