Responsabilidade das plataformas e deepfake: o novo mapa da responsabilidade civil digital
A responsabilidade das plataformas por conteúdo de terceiros mudou de eixo, e a notificação extrajudicial virou a arma principal. Some deepfake e você tem um contencioso inteiro.
Quando o dano nasce de uma tela — um deepfake com o rosto do cliente num golpe, uma cena íntima falsa, uma declaração que ele jamais fez —, a primeira pergunta do advogado não é mais "como provo?", e sim "quem responde?". A responsabilidade civil digital foi reorganizada de um jeito que muda a estratégia do começo ao fim, e quem trabalha com responsabilidade das plataformas, direito digital e reparação de danos precisa dominar o novo mapa — porque o antigo, baseado em esperar uma ordem judicial, ficou para trás.
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