INMET emite alerta vermelho de onda de calor para São Paulo e outros estados
Alerta vermelho do INMET antecipa risco extremo de saúde pública; responsabiliza entes federativos por medidas de proteção e respostas integradas.

O Inmet emitiu alerta vermelho para a primeira onda de calor da primavera, valendo a partir de sábado, afetando São Paulo e mais cinco estados; a medida sinaliza risco extremo e impõe deveres dos entes federativos para proteção e resposta imediata.
Contexto
A meteorologia oficial declarou, em comunicado desta semana, a ocorrência da primeira onda de calor da estação primaveril. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) classificou o evento como de grau máximo de perigo — alerta vermelho — e fixou início prático do risco para o sábado subsequente. Alerta meteorológico desse teor vem ganhando relevância jurídica e administrativa porque cria gatilhos para a atuação coordenada entre União, estados e municípios em proteção à saúde, à vida e aos serviços públicos essenciais.
Historicamente, episódios extremos de temperatura desafiam arranjos federativos e operacionais: exige‑se não só monitoramento e aviso ao público, mas também medidas sanitárias, adaptações de serviços públicos (saúde, transporte, saneamento) e planos de proteção civil. A controvérsia recorrente em termos jurídicos incide sobre a extensão da responsabilidade por omissão ou insuficiência de resposta — por exemplo, quais obrigações mínimas cabem a cada ente e em que medida a União deve suprir lacunas — e sobre a possibilidade de responsabilização administrativa e civil por danos evitáveis.
O que foi decidido
Não se trata de decisão judicial, mas de ato técnico‑administrativo do órgão federal de meteorologia. O INMET qualifica o fenômeno como
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