Memória Forense lança "Acordo de Sócios na Holding Familiar", o guia de redação que blinda a sucessão
A nova obra de Julio Macedo pela Memória Forense trata a peça que a maioria das holdings familiares negligencia: o acordo de sócios. Cláusula por cláusula, com modelos e jurisprudência, o livro mostra como blindar a governança e a sucessão antes que o conflito chegue ao Judiciário.

A Memória Forense lança "Acordo de Sócios na Holding Familiar (2026)", nova obra de Julio Macedo dedicada à peça que decide o destino de boa parte das empresas familiares — e que, na prática, quase ninguém escreve com o cuidado que ela exige: o acordo de sócios. Montar uma holding sem esse acordo, ou com um acordo genérico baixado da internet, é o mesmo que erguer uma casa sem fundação. Funciona enquanto está tudo bem; rui no primeiro conflito.
O livro parte de uma constatação simples: a holding familiar não protege patrimônio por si só. O que protege é a redação — as cláusulas que definem quem manda, como as quotas circulam, quanto vale a saída de um sócio e o que acontece quando um herdeiro morre, se divorcia ou simplesmente decide brigar.
Por que o acordo de sócios é o coração da holding
Uma holding mal pactuada é uma bomba-relógio. Sem regras claras, a entrada de genros e noras no quadro societário, a venda de quotas a terceiros, a apuração de haveres na saída de um sócio e a disputa pelo controle viram munição para anos de litígio. O acordo de sócios é o instrumento que antecipa esses cenários e os resolve no papel, antes de virarem processo — protegendo tanto o patrimônio quanto a paz da família.
O que a obra entrega
O diferencial do livro é o método: ele examina o acordo cláusula por cláusula, palavra por palavra. Para cada uma, o leitor encontra:
- Modelos e redações prontas para adaptar à realidade de cada família;
- Comentários que explicam a função e os riscos de cada disposição;
- os ataques típicos em juízo — como a cláusula costuma ser contestada e como blindá-la;
- jurisprudência do STJ e do STF que baliza o que os tribunais aceitam e o que derrubam.
Mais do que um manual societário, a obra conecta os três planos que uma holding familiar precisa costurar ao mesmo tempo: o societário (governança, circulação de quotas, apuração de haveres), o sucessório (doações com reserva de usufruto, planejamento da herança) e o tributário.
A reforma tributária no radar
O timing não é casual. A reforma tributária (EC 132/2023) e as normas que a regulamentam mexem diretamente na equação do planejamento patrimonial e sucessório — de como se tributa a holding imobiliária ao custo de transmitir quotas às próximas gerações. A obra incorpora esse novo cenário, tratando a holding não como uma fotografia parada, mas como uma estrutura que precisa ser desenhada já sob as regras que estão entrando em vigor.
Para quem é
A leitura foi pensada para o advogado que atua em direito societário, de família, sucessões e tributário; para o profissional que assessora famílias empresárias; e para o próprio empresário que quer entender o que está assinando antes de estruturar sua holding. É uma obra de quem redige contratos para quem vai defendê-los — ou atacá-los.
Impacto prático
O acordo de sócios é onde o planejamento patrimonial deixa de ser teoria e vira texto que vincula. Ao entregar redação, comentário e a leitura de como cada cláusula se comporta em juízo, o livro dá ao advogado a ferramenta para transformar a boa intenção de "organizar a sucessão" em um documento que efetivamente segura o patrimônio quando o conflito chega. É a diferença entre uma holding que protege e uma que só adia o problema.
Onde encontrar
"Acordo de Sócios na Holding Familiar (2026)", de Julio Macedo, já está disponível pela Memória Forense nas versões impressa e e-book. O título pode ser adquirido diretamente na loja da Memória Forense, onde estão a descrição completa e as condições de compra.
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