Contagem de prazos no processo eletrônico: as armadilhas que fazem o advogado perder a data
Dias úteis, prazo de disponibilização x publicação, portal x diário eletrônico, presunção de intimação. No processo digital, o erro de contagem raramente perdoa — e a perda de prazo é irreversível.
Perder prazo é o pesadelo recorrente da advocacia — e, no processo eletrônico, ele mudou de forma sem avisar. A digitalização acabou com o carimbo e o balcão, mas criou um conjunto novo de regras de contagem que confundem até quem tem anos de estrada: dias úteis, momento da disponibilização, presunção de leitura, canais diferentes de intimação. Um erro em qualquer um desses pontos e a data se perde — de forma quase sempre irreversível. Dominar a contagem de prazos no ambiente digital deixou de ser detalhe e virou sobrevivência profissional.
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