Contrato de namoro: ele protege o patrimônio ou é só um papel sem valor?
O contrato de namoro virou moda para evitar que um relacionamento vire união estável e divida bens. Ele ajuda como prova — mas não é escudo mágico: se a relação tiver cara de união estável, o papel não segura.
O contrato de namoro virou moda — e virou dúvida. Casais que não querem que o relacionamento seja interpretado como união estável, com divisão de bens e deveres decorrentes, assinam um documento declarando que "só namoram". A pergunta que todo mundo faz é: isso vale? A resposta honesta é: ajuda, mas não é escudo mágico. O contrato de namoro tem valor como prova, mas não sobrepõe a realidade dos fatos. Quem assessora clientes preocupados com patrimônio precisa explicar exatamente o que ele faz — e o que não faz.
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