Pular para o conteúdo
JusFeed
Cível e Consumidor

Contrato de namoro: ele protege o patrimônio ou é só um papel sem valor?

O contrato de namoro virou moda para evitar que um relacionamento vire união estável e divida bens. Ele ajuda como prova — mas não é escudo mágico: se a relação tiver cara de união estável, o papel não segura.

Redação JusFeed3 min de leitura

O contrato de namoro virou moda — e virou dúvida. Casais que não querem que o relacionamento seja interpretado como união estável, com divisão de bens e deveres decorrentes, assinam um documento declarando que "só namoram". A pergunta que todo mundo faz é: isso vale? A resposta honesta é: ajuda, mas não é escudo mágico. O contrato de namoro tem valor como prova, mas não sobrepõe a realidade dos fatos. Quem assessora clientes preocupados com patrimônio precisa explicar exatamente o que ele faz — e o que não faz.

Continue lendo gratuitamente

Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.

Mais em Cível e Consumidor

Ver todos