Pular para o conteúdo
JusFeed
Cível e Consumidor

Desjudicialização: o que saiu do fórum e foi para o cartório (e por que o advogado ganha com isso)

Divórcio, inventário, usucapião, adjudicação — cada vez mais o que era processo virou escritura. A desjudicialização não dispensa o advogado: ela muda onde ele entrega valor, com mais agilidade.

Redação JusFeed3 min de leitura

Uma transformação silenciosa vem tirando trabalho do Judiciário e levando-o para os cartórios: a desjudicialização. O que por décadas só se resolvia com processo, juiz e anos de espera — dividir uma herança, formalizar um divórcio, reconhecer uma posse — passou a caber em uma escritura pública, com agilidade e custo menor. E, ao contrário do que o nome sugere, isso não afasta o advogado: muda onde ele entrega valor. Quem entende esse movimento surfa uma das maiores mudanças estruturais da prática jurídica recente.

Continue lendo gratuitamente

Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.

Mais em Cível e Consumidor

Ver todos
Cível e Consumidor

Bem de família pode ser penhorado? As exceções reconhecidas pela lei e pelo STJ

A casa da família é impenhorável — essa é a regra. Mas a própria Lei 8.009/90 lista exceções, e entre elas estão o fiador de aluguel, as dívidas de condomínio e IPTU do imóvel e a pensão alimentícia. Saber onde a proteção começa e termina é o que separa o susto da estratégia.

Redação JusFeed5 min