As resoluções do CNJ que mudaram a rotina do advogado (e que muitos ainda não leram)
Enquanto a advocacia acompanha leis e súmulas, o CNJ vem redesenhando a prática por resoluções — comunicação processual, IA, inventário no cartório, execução fiscal. Ignorá-las é atuar desatualizado.
A advocacia tem o hábito de acompanhar leis, súmulas e grandes julgados — e, enquanto isso, o CNJ vem redesenhando a prática cotidiana por um instrumento que muitos subestimam: a resolução. São normas administrativas que mudam como se comunica um ato, como se resolve um inventário, como se cobra uma dívida pública e até como a Justiça usa inteligência artificial. Quem não as acompanha atua desatualizado sem perceber. Vale um mapa das resoluções recentes que mais impactaram o dia a dia de quem advoga.
Continue lendo gratuitamente
Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.
Mais em Cível e Consumidor
Ver todosDomicílio Judicial Eletrônico: os erros que fazem a empresa perder prazo e tomar multa de 5%
Toda empresa já está no Domicílio Judicial Eletrônico — muitas sem saber. Quem não confirma a citação em três dias úteis pode ser multada em até 5% da causa e correr o risco da revelia.
Contagem de prazos no processo eletrônico: as armadilhas que fazem o advogado perder a data
Dias úteis, prazo de disponibilização x publicação, portal x diário eletrônico, presunção de intimação. No processo digital, o erro de contagem raramente perdoa — e a perda de prazo é irreversível.
O que mudou no processo civil: as reformas recentes que todo litigante precisa acompanhar
O CPC de 2015 não ficou parado. Juros e correção, foro de eleição, cumprimento de sentença e processo eletrônico mudaram nos últimos anos — e cada alteração muda a conta, o lugar e o prazo do litígio.