Regime de bens: a escolha que decide o patrimônio do casal (e que a maioria faz no automático)
Comunhão parcial, universal, separação total, participação final. O regime de bens define quem fica com o quê em vida e na morte — e escolher sem entender é entregar o patrimônio à regra padrão.
Poucas decisões patrimoniais são tão importantes e tão pouco pensadas quanto o regime de bens do casamento. A maioria dos casais escolhe no automático — ou não escolhe, e fica com a regra padrão — e só descobre o que assinou anos depois, num divórcio ou num inventário, quando já não dá para mudar sem consequências. O regime de bens define quem fica com o quê durante a vida em comum, na separação e na morte. Entender as opções, e o pacto antenupcial que as viabiliza, é um dos serviços preventivos mais valiosos que um advogado pode prestar.
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