Compliance trabalhista em 2026: o que mudou e por que a NR-1 tornou tudo mais urgente
Compliance trabalhista deixou de ser luxo de multinacional. Com a NR-1 exigindo gestão de riscos psicossociais e o canal de assédio obrigatório, a empresa que não estrutura prevenção coleciona autuação.
Compliance trabalhista era, até pouco tempo, coisa de multinacional. Deixou de ser. Uma sequência de mudanças normativas transformou a prevenção de riscos laborais em obrigação legal com fiscalização e multa — e a empresa que trata o tema como burocracia opcional passou a colecionar autuações. O ponto de virada foi a NR-1 com seus riscos psicossociais, mas há mais. Quem assessora empresas precisa entender o novo compliance trabalhista, porque ele saiu do discurso e virou exigência concreta.
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