ESG: entre o marketing e a obrigação — o que de fato a lei exige das empresas
ESG virou slogan, mas boa parte do que sustenta a sigla já é lei — ambiental, trabalhista, dados, anticorrupção. E o relato de sustentabilidade, que seria obrigatório em 2026, voltou a ser voluntário. Saber o que obriga é o serviço.
ESG virou uma das siglas mais faladas — e mais mal compreendidas — do mundo corporativo. Muita gente a trata como marketing: um selo, um relatório bonito, uma página no site. Mas boa parte do que sustenta o "E", o "S" e o "G" já é lei no Brasil, com obrigação e sanção. E há um episódio recente que mostra o quanto o tema é movediço: o relatório de sustentabilidade que seria obrigatório em 2026 para companhias abertas voltou a ser voluntário. Separar o que obriga do que é discurso é, hoje, um serviço jurídico valioso.
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