IA no Judiciário: o que a Resolução CNJ 615/2025 já permite — e o que ela proíbe
A inteligência artificial já entrou nos tribunais, e agora tem regra. A Resolução 615/2025 do CNJ autoriza o uso de IA generativa por juízes e servidores — sob uma condição inegociável: supervisão humana.
A inteligência artificial já está dentro dos tribunais — triando processos, sugerindo minutas, agrupando casos semelhantes. O que faltava era regra, e ela chegou. A Resolução CNJ nº 615/2025 estabeleceu as diretrizes para o uso de IA no Poder Judiciário, autorizando expressamente ferramentas de IA generativa sob condições claras. Para o advogado, entender essa norma é essencial: ela define como a Justiça pode usar IA nos atos que afetam o seu cliente — e onde estão os limites que sustentam o direito de contestar uma decisão apoiada por máquina.
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