IBS: o imposto mais complexo da reforma — e o que ele muda para Estados, municípios e empresas
O IBS junta num só imposto o que hoje são o ICMS estadual e o ISS municipal — sob comando nacional e tributação no destino. É a peça mais difícil da reforma, e a de transição mais longa.
Se a CBS é a parte simples da reforma, o IBS é a parte difícil. Ele precisa fazer algo que nunca se tentou no Brasil: unir num único imposto, sob comando nacional, o que hoje são o ICMS de 27 Estados e o ISS de mais de 5.500 municípios — cada um com sua lei, sua alíquota e sua guerra fiscal. Por isso o IBS tem a transição mais longa e o desenho institucional mais ambicioso da reforma. Quem lida com tributação sobre consumo precisa entender o IBS a fundo, porque é nele que mora a real complexidade do novo sistema.
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