Jornada, banco de horas e teletrabalho: as regras que decidem quem paga (ou recebe) hora extra
Depois da reforma trabalhista e da lei do teletrabalho, a jornada ficou mais flexível — e mais confusa. Errar o banco de horas ou o controle do home office cria passivo de horas extras dos dois lados.
A jornada de trabalho parecia um tema resolvido — até a reforma trabalhista e a explosão do home office embaralharem tudo. Hoje, empresa e trabalhador convivem com banco de horas, jornadas flexíveis e teletrabalho, e cada arranjo mal desenhado vira um passivo de horas extras esperando para aparecer numa ação. Saber onde estão os limites e como formalizar cada regime protege os dois lados. Quem lida com direito do trabalho precisa dominar essas regras, porque elas mudaram e continuam mudando.
Continue lendo gratuitamente
Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.
Mais em Trabalho e Previdência
Ver todosMonitorar empregado com IA: até onde o poder diretivo vai antes de virar violação
Câmeras, e-mail corporativo, geolocalização, IA que avalia e demite. A empresa pode monitorar — mas não tudo, nem de qualquer jeito. A linha entre poder diretivo e violação de privacidade define o passivo.
Compliance trabalhista em 2026: o que mudou e por que a NR-1 tornou tudo mais urgente
Compliance trabalhista deixou de ser luxo de multinacional. Com a NR-1 exigindo gestão de riscos psicossociais e o canal de assédio obrigatório, a empresa que não estrutura prevenção coleciona autuação.
PLR e bônus: como premiar o time sem transformar o prêmio em salário (e em passivo)
Participação nos lucros bem feita não integra o salário nem paga encargo. Mal feita, vira remuneração disfarçada — com reflexos em férias, 13º, FGTS e contribuição. A diferença está nos requisitos.