Monitorar empregado com IA: até onde o poder diretivo vai antes de virar violação
Câmeras, e-mail corporativo, geolocalização, IA que avalia e demite. A empresa pode monitorar — mas não tudo, nem de qualquer jeito. A linha entre poder diretivo e violação de privacidade define o passivo.
A tecnologia deu ao empregador um poder de vigilância que ele nunca teve: câmeras por toda parte, e-mail corporativo rastreável, geolocalização em tempo real, e agora IA que avalia desempenho, filtra currículos e até sugere demissões. A empresa pode monitorar — o poder diretivo autoriza —, mas não tudo e não de qualquer jeito. A linha entre a fiscalização legítima e a violação de privacidade e de dados define quem tem controle e quem tem passivo. Quem assessora empresas e trabalhadores precisa saber onde essa linha fica, porque ela se move rápido.
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