Sociedade limitada: como constituir, o que o contrato social precisa ter e até onde vai a responsabilidade
A limitada é o tipo societário mais usado do país — e o mais mal constituído. Um contrato social genérico esconde conflitos futuros, e a "responsabilidade limitada" tem furos que atingem o patrimônio dos sócios.
A sociedade limitada é o tipo societário mais usado no Brasil — a estrutura por trás da maioria das empresas do país. E é também um dos mais mal constituídos: contratos sociais genéricos, copiados de modelo, que funcionam enquanto está tudo bem e explodem no primeiro conflito. Some-se a isso um mito perigoso: a ideia de que a "responsabilidade limitada" blinda totalmente o patrimônio dos sócios — o que não é verdade. Quem constitui ou assessora empresas precisa dominar a limitada de verdade, porque o contrato mal feito e a confusão patrimonial são a origem de boa parte dos problemas empresariais.
Continue lendo gratuitamente
Este artigo é exclusivo para membros do JusFeed. Crie sua conta grátis (ou entre) para ler o conteúdo completo.
Mais em Tributário e Empresarial
Ver todosA reforma virou regulamento: o que trazem o decreto da CBS e a resolução do IBS
A lei da reforma era princípio; agora virou regra operacional. Os regulamentos da CBS e do IBS de 2026 detalham apuração, crédito e split payment — e é neles que a empresa descobre o que fazer na prática.
Planejamento tributário: a linha exata entre economizar imposto (elisão) e sonegar (evasão)
Pagar menos imposto é direito — desde que por meios lícitos e antes do fato gerador. Sem propósito negocial ou com simulação, a economia vira evasão, é desconsiderada pelo Fisco e pode virar crime.
A Lei das S.A. modernizada: voto plural, assembleia digital e o que mudou para as companhias
A Lei das S.A. de 1976 foi atualizada para o mundo digital e para o capital de risco. Voto plural, assembleias virtuais e proteção ao minoritário mudaram a governança — e quem estrutura empresas precisa saber.